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Falta de conhecimento leva gestante à cesárea

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By Giovanna Balogh on 24 de janeiro de 2016 Cesárea, Gravidez, Parto
Mulher deve se informar para não ir para cesárea desnecessária (Foto: Lela Beltrão)
Mulher deve se informar para não ir para cesárea desnecessária (Foto: Lela Beltrão)

Que o Brasil é recordista em número de cesáreas todo mundo já sabe.  Mas, qual o motivo de tantas mulheres serem submetidas à cirurgia quando no início da gestação manifestavam interesse pelo parto normal?

Para o médico Jorge Kuhn, professor do departamento de Obstetrícia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, a falta de conhecimento da gestante das reais indicações da cesárea a leva para o centro cirúrgico. Se a mulher está bem informada e o seu obstetra sugerir marcar a cesárea sem uma real indicação, ela terá confiança para optar em trocar de médico, por exemplo. Ou seja, circular de cordão, falta de dilatação, pouco líquido, não seriam justificativas aceitas para uma cesárea.
 “A maioria das cesáreas no sistema privado é realizada antes da mulher entrar em trabalho de parto. Mais de 90% são marcadas de maneira eletiva, com hora marcada. São poucas as realizadas com uma real indicação. No mundo todo, as indicações da cirurgia são identificadas somente durante o trabalho de parto”, explica o médico da Casa Moara.
Ele explica que a única indicação de cesárea anteparto é placenta prévia. “Nem mesmo uma apresentação pélvica é motivo para impedir que a mulher entre em trabalho de parto”, explica.
O médico diz que o problema é que de tanto realizarem cesáreas, os médicos perderam a habilidade de contornar imprevistos intraparto.
“Isso unido à falta de informação das gestantes e ao medo de enfrentar um processo judicial caso algo saia errado durante o parto normal leva os profissionais a se antecipar e partir para a cesárea. É o que chamamos de medicina defensiva”, explica Kuhn.
O médico, que é uma das principais referências quando o assunto é parto humanizado,  conta que sua taxa de cesáreas fica em torno de 10% a 15% mesmo atendendo gestantes de alto risco. Por conta do baixo índice de cesáreas, a taxa de prematuridade dos bebês de suas pacientes é de menos de 1%.

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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