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Hospital Albert Einstein libera parto na água

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By Giovanna Balogh on 30 de junho de 2016 Parto, Parto normal
Daniela com o marido e o filho Arthur (Foto: Studio Barbarella/Tati Abreu)

O movimento do parto humanizado conseguiu uma grande vitória quando o hospital  Albert Einstein, na zona sul de SP, liberou as gestantes para ter seus bebês na água. O primeiro parto na água aconteceu no início desta semana. Antes, a parturiente quando chegava na fase do expulsivo tinha que sair da banheira para ter o seu bebê.

A partir de agora, quem quiser ter seu bebê na água precisa apenas assinar um termo de consentimento. No documento, que a reportagem teve acesso, fala sobre os benefícios do parto na água, entre eles, a parturiente tem menos dor, menos lacerações e sai mais realizada do parto.

A diretora financeira Daniela Ávila Akamine, 36, foi a primeira a parir no Einstein na água na última segunda-feira (27). “Foi maravilhoso. Antes de entrar na água, usei a bola de pilates, caminhei, o chuveiro. A banheira fez eu relaxar mais e o meu bebê nascer tranquilo”, comenta a nova mãe, que ficou 16 horas em trabalho de parto.

Grávida de 40 semanas, a nutricionista Vivian Casalenovo, 33, também pretende parir na água nos próximos dias. “Quando soube que não poderia no Einstein, cheguei a cogitar trocar de hospital, mas resolvi conversar com eles e foram muito abertos em relação a isso”, diz a parturiente que contratou uma equipe humanizada para acompanhar seu parto.

Vivian pretende parir na água (Foto: Carol Veloso)
Vivian quer parir na água (Foto: Carol Veloso)

A médica Andréa Campos, que acompanhou o primeiro parto na água do Einstein, diz que o parto na banheira deixa a mulher mais relaxada. “Isso faz com que diminua a chance de laceração perineal, e a satisfação da mulher é maior. Nem toda mulher se sente confortável em ter o expulsivo na água, mas é importante ter a liberdade de decidir onde se sente melhor e mais confortável nesse momento”, comenta a médica.

A coordenadora médica do Einstein, Rita Sanchez, disse que após reunião da equipe do programa Parto Adequado foi decidido que seria permitido o parto na água mediante a assinatura do termo de consentimento que explica sobre os riscos e benefícios do bebê nascer na água. “Há artigos relatando os benefícios, como o relaxamento da mãe  até o final do parto, menor taxa de episiotomias, e há riscos, por exemplo, o risco de contaminação com bactérias originárias do intestino e fezes, levando a meningite do recém-nascido”, diz a coordenadora.

Segundo o hospital, o monitoramento durante o trabalho de parto deve continuar mesmo com a mãe na banheira. Ela ressalta ainda que o parto na água não é indicado quando já existe o diagnóstico ou o alto risco de sofrimento fetal. “Podemos flexibilizar os processos para que a mãe possa desfrutar de seus desejos na hora do parto, porém, sem descuidarmos da segurança  e qualidade da assistência à mãe e recém-nascidos”, diz a coordenadora.

OUTROS HOSPITAIS

Os hospitais Santa Joana e Pró-Matre, por exemplo, não permitem que a mulher tenha seu parto na água. Já no São Luiz o parto acontece na água somente se a gestante estiver com seu médico particular e se ele concordar com esse tipo de parto. Se o bebê tiver que nascer com o plantonista, por exemplo, a gestante não pode entrar na água.

No Brasil os nascimentos na água são mais comuns em partos domiciliares ou em casas de parto. Em  São Paulo, existe a opção de atendimento na Casa Angela, no Jardim Mirante (zona sul de SP), e na casa de parto de Sapopemba (zona leste). Ambas atendem pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O fato é que estudos mostram, um deles inclusive está disponível na Biblioteca Cochrane, que esse tipo de parto não traz qualquer prejuízo para a mãe e tampouco para o bebê. Pelo contrário, só oferece benefícios desde que a mãe tenha uma gestação de baixo risco e se ela e o bebê apresentam boas condições de saúde na hora do parto.

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2 Comentários

  1. Pingback: Cronologia da Controvérsia – Controvérsias sobre os diferentes tipos de parto

  2. Rebeca on 18 de março de 2019 5:13 AM

    Fui visitar a maternidade Einstein esse dias, e nao fazem mais parto na água, ainda perguntei, “Nossa mas mesmo se a mae assinar aquele termo que se responsabiliza?” E eles falaram que mesmo assim nao fazem.

    Talvez tenha mudado o protocolo.

    Reply
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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