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‘Foi transformador’, diz mãe que pariu gêmeos dois anos após cesárea

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By Giovanna Balogh on 2 de setembro de 2015 Cesárea, Doulas, Gravidez, Histórias maternas, Parto normal
Tatiana com Cora e Gael nos braços (Foto: Gabi Trevisan - Foto Natural)
Tatiana com Cora e Gael nos braços (Foto: Gabi Trevisan – Foto Natural)

Depois de ter uma cesárea desnecessária no nascimento da primeira filha, a artista plástica Tatiana Steter Guimarães, 37, estava decidida que o seu segundo parto seria diferente.

Ela conta que fez fertilização in vitro nas duas gestações e que em ambas foram colocados dois embriões. “Na primeira torci para que fossem gêmeos, não foi. Na segunda me preparei para qualquer notícia”, conta a mãe, que engravidou de um casal, Cora e Gael.

Ao descobrir que eram gêmeos, Tatiana diz que em nenhum momento pensou em descartar o sonho de parir. “Só imaginei que teria um caminho mais difícil para percorrer pois seria mais complicado achar um médico que topasse meu caso e, claro, complicado ‘convencer’ todos ao meu redor que o parto natural era a melhor opção”, conta.

Tatiana entrou em trabalho de parto quando já estava com 39 semanas de gestação. A mãe conta que Cora estava cefálica enquanto Gael estava pélvico (sentado) e só virou depois que a irmã nasceu. “A Cora nasceu rápido, tranquila, um sonho. Em seis horas de trabalho de parto estava no meu colo. Pari no banquinho de cócoras e o expulsivo foi super rápido, maravilhoso”, conta a mãe.

Já Gael demorou para nascer. “Pari a bolsa dele, mas ele não vinha. Só nasceu depois de três horas da irmã. Precisei de anestesia, senti muita dor e com a ajuda de toda a equipe nasceu o meu pequeno, perfeitinho”, diz sobre os filhos que nasceram com 2,9 quilos e 3,2 quilos. Os dois nasceram bem e não precisaram ir para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

A mãe conta que para conseguir ter um parto normal de gêmeos precisou se informar muito e escolher a equipe certa. Tatiana conta que a sua equipe era formada por obstetra, assistente do obstetra, parteira, doula, duas pediatras, anestesista e fotógrafa.

A IMPORTÂNCIA DA DOULA

Para ela, a presença de uma doula no trabalho de parto é imprescindível.”Um conselho que dou para as grávidas é independente de quantas semanas você está e da grana disponível, faça uma consulta com uma doula. Conte tudo sobre sua gestação e pergunte tudo sobre humanizado e suas possibilidades. A partir daí você vai atrás do seu sonho ou de suas decisões”, aconselha.

Banheira com água morna para aliviar as contrações (Foto: Gabi Trevisan - Foto Natural)
Banheira com água morna para aliviar as contrações (Foto: Gabi Trevisan – Foto Natural)

Para Tatiana, a equipe fez toda diferença. “Se não tivesse escolhido uma equipe humanizada, talvez passasse a gravidez entupida de remédios, com uma cerclagem do colo do útero e uma cesárea agendada com 38 semanas”, avalia.

Durante o trabalho de parto nem Tatiana nem sua equipe lembravam da cesárea que ela tinha passado dois anos e meio antes na gravidez da filha Rahva.

“Fui para o parto  despida de expectativas. Muito importante isso porque o parto nunca é como sonhamos. Mas, foi maravilhoso. Rápido como não poderia imaginar, de uma dor além do esperado, com intervalos preciosos, de um encontro comigo mesma e de um amor e sentimento de gratidão inigualáveis”, define. Para ela, não dá para passar por essa vida sem parir. “É transformador”.

Com uma filha de quase três anos em casa e os gêmeos de quase três meses, Tatiana conta que a vida agora é uma “deliciosa loucura”. “Tenho uma pessoa para me ajudar e, à tarde, a minha filha mais velha vai para a escola. De manhã tento dar mais atenção para ela”, diz Tatiana, que trabalha de casa nos horários que consegue. “Se não consigo, vou acumulando até ter tempo”, comenta a mãe do trio que amamenta os gêmeos em livre demanda (sempre que os bebês querem). “Ás vezes amamento  os dois juntos, às  vezes um de cada vez. Depende deles é de mim. Aqui não tem rotina”, comenta.

Primeiro bebê nasceu após seis horas de trabalho de parto (Foto: Gabi Trevisan - Foto Natural)
Primeiro bebê nasceu após seis horas de trabalho de parto (Foto: Gabi Trevisan – Foto Natural)

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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