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Hospital de Minas Gerais oferece parto domiciliar pelo SUS

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By Giovanna Balogh on 2 de junho de 2016 Cesárea, Parto, Parto normal, Plano de parto
Mulher em banheira em parto domiciliar (Foto: Coletivo Buriti por Lela Beltrão)
Mulher em banheira em parto domiciliar (Foto: Coletivo Buriti por Lela Beltrão)

A questão financeira muitas vezes acaba sendo um obstáculo para a mulher que deseja ter um parto domiciliar. As mulheres de Belo Horizonte (MG), no entanto, tem uma opção que poderia ser copiada por mais maternidades do país: parir em casa pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Atualmente são oito enfermeiras obstétricas do hospital que fazem esse tipo de atendimento sem qualquer custo para a parturiente. A enfermeira obstetra do hospital Raquel Rabelo diz que desde dezembro de 2013, quando começou o programa, até hoje foram 93 famílias atendidas. Dessas, 73 mulheres pariram em casa. “As outras foram transferidas para o hospital ou porque pediram analgesia, por conta de líquido amniótico meconial ou por alguma alteração notada no trabalho de parto”, diz a enfermeira obstetra.

Quando há necessidade de remoção, a gestante é levada em uma ambulância do hospital diretamente para o Sofia Feldman. Raquel explica que no parto domiciliar a remoção pode ocorrer tanto a pedido da gestante (no caso de querer uma analgesia) ou por uma decisão da equipe quando nota que algo não vai bem no parto.

Durante sua palestra no Siaparto (Simpósio Internacional de Assistência ao Parto), realizado nesta semana em São Paulo, Raquel disse que das 19 transferências apenas três resultaram em cesáreas. Raquel explica que a maioria (90,2%) das mulheres atendidas no programa tem ensino superior e 67% delas eram primíparas (grávidas pela primeira vez). Ela diz que a maioria das pacientes que procuram o hospital para ter o parto domiciliar são mulheres com maior grau de instrução.

A enfermeira obstetra explica que nem todas as mulheres podem parir em casa pelo SUS. Para ter o parto domiciliar é preciso entrar em trabalho de parto com mais de 37 semanas até 41 semanas e seis dias,  ser feto único e cefálico. “Também é importante que a casa da gestante não fique mais de 30 minutos de distância do Sofia Feldman para casa haja a necessidade de uma transferência”, comenta.

O pré-natal também é feito com as enfermeiras obstetras do hospital.  Raquel diz que assim que a mulher entra em trabalho de parto aciona uma das profissionais da equipe que vai até a residência avaliar a parturiente. Em seguida, ela aciona outra enfermeira obstetra e ambas acompanham o parto. “Levamos a banqueta de parto, banheira e metade dos partos ocorreram na água”, diz. A equipe também leva kit para sutura, kit para reanimação neonatal e também para atender um caso de hemorragia pós-parto, por exemplo.

LEIA MAIS: Entenda um pouco mais sobre o parto domiciliar

PARTO HOSPITALAR

A mulher que preferir o parto hospitalar também tem a opção de ter um atendimento humanizado. No Sofia Feldman a mulher conta com salas de parto com banheira e, após o nascimento, o bebê permanece o tempo todo com a mãe até ambos terem alta hospitalar.

A maternidade de Belo Horizonte é filantrópica e atente pacientes apenas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O hospital, que é referência no país em parto humanizado, também recebe gestantes de alto risco e, por esse motivo, as taxas de cesáreas chegam a 25%, índice considerado baixo já que nas maternidades particulares do país a taxa é de 90% e, do SUS, de 52%. A unidade faz cerca de 940 partos por mês e é a com maior número de nascimentos do país.

Mulher em trabalho de parto na banheira do hospital (Foto: Divulgação)
Mulher em trabalho de parto na banheira do hospital (Foto: Divulgação)

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5 Comentários

  1. Juliana felipe on 3 de junho de 2016 10:10 AM

    Duas experiências lindas…
    Uma domiciliar e outra hospitalar (bebê pélvico).
    Gratidão eterna as essas grandiosas profissionais que exercem com amor e maestria o seu papel.
    Gratidão.

    Reply
  2. Aline Amorim de Andrade on 15 de junho de 2016 10:56 AM

    Tive o privilégio de estar dentro desta porcentagem de parto donlmiciliar com sucesso. Foi uma experiência incrível! Agradeço toda equipe, principalmente as enfermeiras Raquel e Jordânia e minha doula Carla Paceli.

    Reply
    • joyce on 21 de dezembro de 2017 8:30 AM

      quando a pessoa mora em outra cidade ela pode fazer o parto no sofia?

      Reply
  3. Gabriela on 11 de dezembro de 2018 5:52 PM

    Olá!

    Estou grávida de sete meses e sou mineira. Naturalmente queria estar perto da família na minha cidade natal para dar a luz mas a cidade não possui estrutura alguma para parto humanizado de maneira alguma.
    Devido a minha profissão de atriz, bailarina e produtora, decidi realizar um documentário sobre tal assunto e um canal interessou em comprá-lo depois de pronto.
    Espero abrir a mente e conscientizar muitas pessoas com esse material!
    Gostaria de saber se vocês do grupo mães de peito possuem interesse em fazer parte desse projeto.
    Se sim, deixarei meu endereço de e-mail logo abaixo:
    gabrielarodrigues.aeb@gmail.com

    Grata desde já pela atenção e pelas informações contidas no site,
    Gabriela Rodrigues
    @gabrielarodriguesoficial

    Reply
  4. Isabella on 8 de dezembro de 2020 11:34 PM

    Boa noite, a equipe domiciliar leva a banheira inflável para a casa da paciente? Como é realizado o agendamento do parto?

    Reply
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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O site traz informações sobre maternidade ativa, parto respeitoso, amamentação, criação com apego e direitos das mulheres.
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