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Maternidade de Campinas faz gestante escolher entre doula e acompanhante

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By Giovanna Balogh on 7 de dezembro de 2017 Doulas, Parto
Doula Raquel Oliva dá abraça mãe na recepção da maternidade (Foto: Mariana Corsi)
Doula Raquel Oliva  abraça mãe na recepção da maternidade (Foto: Mariana Corsi)

A Maternidade de Campinas, no interior de SP,  criou uma nova regra para a entrada de doulas dentro da unidade de saúde. A partir de agora, a gestante poderá entrar com apenas um acompanhante, ou seja, a parturiente poderá ter ao seu lado ou o pai da criança ou a doula.

A mudança começou a valer nesta quarta-feira (06/12). Vale ressaltar que as doulas são mulheres com experiência em maternidade que dão assistência emocional às grávidas antes, durante e após o nascimento do bebê. Já o pai está lá para presenciar o nascimento do filho, ou seja, são papéis distintos. “Gosto da frase que diz que a doula entende de parto e o marido da parturiente. São funções bem diferentes. A doula tem experiência em parto e está lá, inclusive, para tranquilizar e passar informações para esse pai”, explica a doula Raquel Oliva, que já atendeu diversos partos na unidade de saúde.

A maternidade, que atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e de forma privada, não permite a entrada de qualquer doula. Segundo doulas da região, foi aberto um cadastro onde poucas profissionais conseguiram ingressar. Com isso, a gestante tem que escolher entre as 14 cadastradas que têm seus nomes e telefones disponíveis no site da entidade. “Infelizmente, não entendem o papel da doula e que a doula deve ser da escolha da mulher”, opina a doula Raquel Oliva, da Comparto.

OUTRO LADO

A Maternidade de Campinas, por meio de uma nota, informou que segue rigorosamente a lei  11.108, de  2005, que “garante a presença de UM acompanhamento na hora do parto e que a parturiente tem todo o direito de escolher qual a pessoa que deverá acompanhá-la”, diz a nota.

Segundo a maternidade, um dos fatores limitantes para que não seja permitida a presença de mais de um acompanhante por paciente é espaço físico dos quartos coletivos, das salas de preparação para o parto e do centro cirúrgico. “No caso das internações particulares pode haver até, no máximo, dois acompanhantes por paciente e, mesmo assim, apenas nos apartamentos”, ressalta.

A maternidade diz ainda que, além do espaço físico limitado, ‘a grande preocupação é com a segurança da mãe e do bebê, seja no intuito de reduzir os riscos de infecções ou de se evitar atuações equivocadas de quaisquer pessoas estranhas à equipe médica e clínica que acompanha a paciente no momento do parto e a quem cabe total responsabilidade por todo e qualquer procedimentos”.

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2 Comentários

  1. Gilberto Guerra - Pai on 6 de janeiro de 2018 11:44 PM

    “Já o pai está lá para presenciar o nascimento do filho” é uma frase que denota desconhecimento do real papel do pai no momento do parto; e que ele tb oferece suportes à parturiente. Dizer isso não apenas minimiza o papel do pai como despreza a intenção da Lei em defender a presença desse acompanhante. Sugiro que leia novamente o inicio do artigo e veja como o trabalho da doula foi enaltecido em detrimento do papel do pai. Ambos sao importantes. O pai nao se faz presente para si, mas para a parturiente, está a serviço dela, está ali para servi-la, para ser servo, no grego “doulos”.

    Reply
    • Gicele on 29 de novembro de 2019 2:19 PM

      Tive uma pessima experiência na Maternidade de Campinas cheguei as 4:30 com contraçoes de 5 em 5 minutos fui internada as 6:00 me vestiram uma camisola aberta atras e me deram um lençoel enrolado pra por no meio das pernas devido as secreçoes do trabalho de parto, me deixaram num corredor com outras 4 parturientes todas sem acompanhante gemendo de dor sem que ninguem oferecesse sequer um copo de água, fiquei nessa situaçao ate 12 hs quando resolveram nos levar para sala de parto, eu havia preenchido um formulário de planejamento de parto que a maternidade tem em seu site mentiroso, nem sequer me perguntaram desse tal formulário, devido a essa situação humilhante e desgastante me rendi a cesárea, nos mulheres ainda nao temos escolha infelizmente….Mas logo entrarei com processo por danos morais pq nao tem um dia que lembro do meu parto e nao choro

      Reply
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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