Close Menu
Mães de Peito
Facebook X (Twitter) Instagram
Posts recentes:
  • Usar tela como “chupeta” pode afetar capacidade de a criança regular emoções
  • Congelamento de óvulos: 17 perguntas sobre o procedimento respondidas
  • Mortalidade materna dobra no Brasil e se distancia de meta da ONU
  • Saúde mental e adoção: como apoiar mães na chegada de um novo filho
  • Vítimas de violência obstétrica têm mais dificuldades para amamentar
  • Após sofrer 5 abortos e passar 10 anos tentando engravidar, administradora descobre endometriose
  • Confira as taxas de cesárea das principais maternidades de SP
  • Casas de parto de São Paulo registram 638 nascimentos em 2021
X (Twitter) Facebook Instagram RSS
Mães de Peito
  • Home
    Featured
    Recent
    14 de agosto de 2024

    Usar tela como “chupeta” pode afetar capacidade de a criança regular emoções

    2 de julho de 2024

    Congelamento de óvulos: 17 perguntas sobre o procedimento respondidas

    31 de maio de 2023

    Mortalidade materna dobra no Brasil e se distancia de meta da ONU

  • Gravidez
  • Parto
    • Cesárea
      • Quais são as reais indicações
    • Parto normal
      • Fases do trabalho de parto
      • Doulas
      • Saiba se chegou a hora
    • Plano de parto
    • Pós-parto
  • Violência obstétrica
    • O que é
    • Como denunciar
    • Envie seu relato
  • Amamentação
    • Como fazer a pega correta
    • Quais as posições para amamentar
    • Ordenha e cuidados
    • Doe leite materno
  • Cuidados com os filhos
    • Bebês
      • Banho
      • Sono
      • Doenças
      • Desfralde
    • Alimentação
      • Alergia alimentar
    • Criação com apego
    • Infância
  • Maternidade real
    • Direitos das mulheres
    • História de mãe
    • Empreendedorismo materno
    • Comportamento
    • Minhas viagens
  • Loja
Mães de Peito

Roer unha faz parte do desenvolvimento da criança; saiba mais

0
By Giovanna Balogh on 13 de julho de 2015 Infância

A criança que até pouco tempo atrás fazia um verdadeiro escândalo para cortar as unhas está sempre com as unhas bem curtinhas. Nem o pai nem a mãe cortaram. Ao reparar melhor, os pais notam que aquele pequeno não fica só com os dedos na boca, mas passou a roer as unhas também.

A criança na faixa etária dos três e quatro anos é a mais propensa a roer as unhas. A psicopedagoga Lilian Rodrigues Santos explica que a onicofagia (ato de roer a unha) faz parte do desenvolvimento da criança e está relacionada com a independência dela. “É nesta faixa etária que a criança começa a fazer muito mais coisas sozinhas. São vários desafios pois eles já não querem receber tudo pronto como quando eram bebês”, explica.

Começar a colocar uma blusa sozinha, a guardar os brinquedos, a ir ao banheiro são alguns dos ‘desafios’ das crianças nesta fase. “Muitas vezes as crianças conseguem superar os obstáculos apresentados pela vida. Mas outras não. E quando não conseguem resolver algo, podem ter as mais diversas reações para minimizar a tensão”, diz.

Roer unha é normal em crianças pequenas; pais podem ajudar a tirar esse hábito  (Foto: Mães de Peito)

O excesso de atividades ou o tédio também podem contribuir para o hábito, que pode ser passageiro ou, se não superado ou tratado, permanecer durante toda vida.

A psicopedagoga diz que uma dica importante para os pais e cuidadores da criança que rói unha é não reforçar o hábito. “Não adianta  dar bronca ou reprimir quando a criança estiver roendo as unhas. Com isso, os adultos chamam a atenção para o hábito, reforçando-o. E jamais deprecie ou humilhe”, orienta.

A psicopedagoga diz que castigar a criança também não trará bons resultados assim como passar substância com gosto ruim, como pimenta, nos dedos da criança. “Para o seu filho, a sensação será de que está sendo punindo. Não há motivo para punição, já que roer as unhas é um ato compulsivo e a criança não o faz porque quer”, diz.

Apesar de a situação causar certo desconforto nos pais, a orientação é tentar distrair a criança no momento que ela está roendo a unha. “Vale pegar um jogo para brincar com ela, pedir que ela te ajude com algo ou começar a cantar ou dançar juntos. Na maioria das vezes, sem perceber, a criança cessará o hábito”, diz.

Outra fato importante é os pais prestarem atenção nas atividades corriqueiras e elogiar o filho se ele conseguir fazer alguma atividade, como tirar os tênis sozinho e incentivar gentilmente o que ele ainda não consegue.

“É também importante evitar os momentos de tensão, abolindo filmes ou desenhos que contenham perseguições, suspense ou terror”, orienta. Se o hábito persistir,  mesmo diante de desenhos tranquilos, pouco a pouco diminua o tempo diante da TV, substituindo-o por atividades que ocupem mãos e mente, ou seja, giz de cera, tintas, brinquedos de madeira, culinária e jardinagem são exemplos de aliados na diminuição e rápida extinção do hábito.

Fora de casa, a bicicleta sem pedais (bicicleta de treinamento) e bolas mantêm as mãos cada vez mais tempo longe da boca, além de reduzirem momentos de tédio e estresse. “Vale conversar usando um vocabulário simples e conscientizar a criança sobre o mau hábito, dizendo que as unhas estão normalmente sujas e que a sujeira vai para a barriguinha deles, podendo causar dor ou mal estar”, afirma.

Lilian diz que a preocupação dos pais pode aumentar quando a criança rói as unhas depois dos cinco anos ou ainda apresenta um comportamento incomum, como choro e baixa tolerância à frustração, agressividade, medos exagerados.

“Nesses casos, o melhor é procurar ajuda especializada de um psicólogo, pois tais comportamentos demonstram que a criança não está conseguindo sozinha resolver seu conflito. A causa precisa então ser investigada a fundo.”

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Related Posts

Usar tela como “chupeta” pode afetar capacidade de a criança regular emoções

Disciplina positiva; o que é e como colocá-la em prática

Dente de leite deve cair sozinho; entenda mais sobre a dentição dos pequenos

Comments are closed.

SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
Sobre o site

O site traz informações sobre maternidade ativa, parto respeitoso, amamentação, criação com apego e direitos das mulheres.
Contato: Para parcerias promocionais e de negócios, ou questões pessoais, entre em contato em: maesdepeito@gmail.com

>> Deu na mídia

Instagram
Siga no Instagram!
YOUTUBE

Inscreva-se no canal!

Facebook
Facebook
Mães de Peito © 2016 - Todos os direitos reservados. | Site criado por Capim Produções e Design.
  • Mapa do site
  • Contato
  • Saiba como anunciar

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.