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Chá de benção é alternativa do chá de bebê para homenagear a mãe que vai parir

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By Giovanna Balogh on 11 de março de 2020 Comportamento, Maternidade Real, Parto
Gestante recebe massagem e escalda pé (Foto: Katia Ribeiro)
O chá de bebê já é uma tradição para a gestante e seu bebê ganharem fraldas e outros itens que faltam para completar o enxoval, mas algumas mulheres têm trocado esse evento pelo chá de benção, como a atriz Giselle Itiè.
Mas, o que seria esse chá de benção? A celebrante de cerimônias, Jamila Maia, explica que esse é um ritual para fortalecer a mulher que está prestes a dar à luz. “Isso é feito com a presença de pessoas importantes, palavras de apoio e gestos de carinho e de conforto físico”, explica Jamila, que já celebrou mais de 10 rituais.
Normalmente o chá de benção é feito após as 37 semanas de gestação, ou seja, quando o bebê já está a termo e pronto para nascer. Ela explica que o foco neste evento é a gestante. “Numa sequência planejada e conduzida gentilmente, a mulher recebe cuidados como massagens e escalda-pés, é embelezada com flores e com desenhos na barriga e ouve palavras de estímulo, coragem e de amor. No meu caso, eu crio um móbile com origami, fitas e cartões, que vai sendo construído com a participação de cada pessoa presente e depois se torna uma lembrança poderosa desse dia para a gestante”, explica.
Jamila comenta que os assuntos da gravidez no senso comum giram fortemente em torno da barriga, do bebê, dos artefatos usados depois que a criança nasce, mas no chá de benção é sobre a mãe.
“Aquela mulher real, cujo corpo se transformou e está prestes a viver o nascimento de uma criança, como toda a carga física e emocional que isso traz. A mulher cuja rotina será totalmente transformada. Que pode sentir medo do parto. Medo de como será a vida dali em diante. Se ela vai dar conta de tudo. Se seus filhos mais velhos vão se sentir deixados de lado com a chegada do bebê…”
A principal função do chá de bênçãos é ser um rito de passagem, no qual a gestante recebe cuidado, afeto, tranquilidade e é relembrada de sua própria força para fazer a travessia que se aproxima.
A astróloga e terapeuta integrativa Juliana Lima, 34 anos, conta que logo que engravidou soube do chá de benção e queria passar por essa experiência. Com 25 semanas, no entanto, ela teve uma hemorragia e precisou ser internada com 29 semanas para um repouso absoluto. “Minha irmã fez uma surpresa e organizou o chá de benção no quarto do hospital duas semanas antes do Arthur nascer. Foi muito lindo pois me senti acolhida, ela cantou, leu um texto lindo e emocionante e pude ser cuidada num momento que estava muito vulnerável”, conta a mãe de Arthur, que precisou ser submetida a uma cesárea com 35 semanas de gestação. Para ela, foi importante ser cuidada e estar cercada de pessoas especiais.
Juliana no chá de benção ocorrido no hospital (Foto: Mayara Neves)
QUEM SÃO OS CONVIDADOS
A lista de quem vai participar tem que envolver as pessoas que façam sentido para a mulher. “Geralmente a mãe dela, irmãs, amigas, tias, primas. O importante é escolher quem faz parte da sua história e quem esteve ao seu lado durante a gestação e também está disposta a estar perto depois que o bebê nascer. Porém, um chá com muitos convidados poderá ser menos intimista”.
Ela comenta que já celebrou esse evento com e sem a presença de homens. “Os chás de bênçãos com presença exclusiva de mulheres são muito únicos, porque cria-se ali um círculo de confiança e um espaço para se falar de coisas do feminino que nem sempre nos sentimos à vontade para fazer. Porém, há chás nos quais o pai da criança, ou mesmo o pai da gestante estão presentes e eles são uma oportunidade muito linda de esses homens terem um vislumbre da magnitude desse evento”, afirma.
O chá, comenta a celebrante, pode ser uma chance para o homem se conectar mais com a mulher que gesta, compreendendo melhor o que ela está vivendo para além dos sintomas como inchaço nos pés e de eventuais alterações de humor. “Tudo é uma questão de escolha por parte da mulher”.
QUANDO FOI CRIADO
Muitos registros apontam para cerimônias dos povos nativos norte-americanos, mas diferentes culturas também tinham e têm rituais para a chegada de um bebê. “Acredito que o que fazemos hoje é uma combinação de tradições que foram transmitidas oralmente e transformadas pelas mulheres ao longo dos tempos”, opina.

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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