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Cremerj diz que só proíbe planos de parto ‘que coloquem em risco mães e bebês’

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By Giovanna Balogh on 19 de dezembro de 2019 Parto, Plano de parto
Parturiente descansa durante trabalho de parto (Foto: Lela Beltrão)

Depois do da Justiça anular resolução do Cremerj (Conselho Regional de Medicina) que impedia os médicos de aceitarem plano de parto da gestante, a entidade diz que irá recorrer da decisão. O conselho esclarece, por meio de nota, que a resolução “somente proíbe planos de parto que coloquem em risco mães e bebês, sendo mentirosa a versão propagada largamente de a resolução ter proibido planos de parto”. 

A entidade diz que “o texto foi formulado para evitar documentos irresponsáveis que passaram a prosperar seguindo instruções de leigos, proibindo diversos procedimentos salvadores por parte do médico, podendo, inclusive, causar danos a alguém”, diz nota enviada pelo Cremerj à reportagem. 

A entidade diz ainda que, em casos de erro, o médico pode ser julgado eticamente no Conselho e até perder seu registro profissional, caso assuma condutas que por ação ou omissão traga riscos a mães e bebês, mesmo que seja autorizado pela mãe.

“Importante também lembrar que no estado democrático de direito, nenhuma pessoa pode ser obrigada a assinar um documento que não concorde. Também é importante ressaltar que, em geral, o médico que faz o parto, principalmente na rede pública de saúde, não é necessariamente o mesmo que acompanhou a grávida durante o pré-natal, o que torna a situação ainda mais perigosa e preocupante”, continua a nota.

O Cremerj diz ainda que não é possível  prever a evolução do parto, porque os procedimentos podem mudar durante a realização do mesmo, para garantir a saúde da mãe e do bebê. Para o  conselho, “é lamentável que o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União, no momento da maior crise da saúde no Rio de Janeiro, estejam preocupados com questões de fundo claramente ideológico, em vez de atuarem em conjunto com o Conselho na resolução do problema.”

 

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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