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Mamar no peito logo após as refeições não prejudica absorção de ferro

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By Giovanna Balogh on 29 de janeiro de 2018 Alimentação, Amamentação, Cuidado com os filhos
Mamar após as refeições não traz prejuízos ao bebê (Foto: Katia Ribeiro)
Mamar após as refeições não traz prejuízos ao bebê (Foto: Katia Ribeiro)

Um dos grandes dilemas das mães que amamentam é se após as refeições ela pode dar o peito ao filho por conta da absorção do ferro. A resposta é sim. Alguns profissionais ainda fazem orientação errada dizendo que é preciso esperar entre 1h30 e 2h, mas essa recomendação só vale se o bebê que tomar leite artificial, ou seja, não vale para o leite materno.

Muitos bebês após o almoço, por exemplo, vão querer mamar para tirar o cochilo da tarde. “Amamentar, além de nutrição e de reforço imunológico, é fonte de carinho e prazer, é normal – e saudável –  querer um peito para chamegar na hora do soninho, por exemplo”, relata a consultora de amamentação Cristina Bertoni Machado, do Plantão Materno.

O leite materno é  rico em lactoferrina, uma proteína que ajuda na absorção do ferro pelo organismo. “Em termos de comparação, a lactoferrina é a segunda proteína predominante no leite humano, com concentrações mais elevadas no colostro (5,0 a 6,7mg/mL) em relação ao leite maduro (0,2 a 2,6mg/mL). Em contraste, o leite de vaca contém teores inferiores, 0,83mg/mL no colostro e 0,09mg/mL no leite maduro”, explica.

Por isso não é recomendado a criança ingerir leite de  fórmulas e compostos lácteos após a refeição pois prejudica a alimentação e acaba sendo um dos grandes vilões da anemia infantil pela questão da baixa quantidade de lactoferrina do leite de vaca. “O cálcio do leite acaba tendo prevalência na absorção do que o ferro, além disso, alguns estudos demonstram que a introdução precoce de fórmulas lácteas pioram a saúde gastrointestinal, diminuindo ainda mais a absorção de ferro pelo organismo. Nesses casos, é recomendado esperar pelo menos 1h para ofertar alimentos que contenham leite de vaca”, orienta.

A lactoferrina se liga com o ferro dos alimentos e os ajuda a entrar nas células, já que a molécula de ferro e a de cálcio “competem” por espaço dentro das células, e a do cálcio ganha no espaço. Por isso, o bebê que toma leite artificial deve sim esperar para ingerir alimentos infantis (fórmulas, iogurtes) ricos em cálcio, pois diminui a absorção do ferro no trato gastrointestinal. “Mas isso já não acontece com o leite materno”, ressalta.

É importante ressaltar que a alimentação do bebê dos seis aos 12 meses é complementar, ou seja, o leite materno nessa fase ainda é o principal alimento. “A introdução alimentar acontece após o sexto mês não porque o leite materno perde seus nutrientes, mas sim porque o organismo do bebê já é capaz de receber alimentos com menor qualidade que o leite materno, considerado padrão ouro de nutrição”, explica a consultora de amamentação.

A ideia é que neste período a introdução alimentar seja lenta e gradual para que o bebê se acostume com sensações, texturas, cores e sabores, sendo o leite materno a principal fonte nutricional.

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2 Comentários

  1. Fabiana aparecida silva on 19 de abril de 2019 8:42 PM

    eu queria saber se sonhar com leite materno tem algum problema.eu sonho com mulheres me dando seu leite materno.queria tanto provar de leite de peito.

    Reply
  2. Adriana on 7 de novembro de 2019 11:17 AM

    Tem como vc me passar as referências que vc usou para fazer este estudo? Gostaria de mostrar para a pediatra do meu filho.

    Reply
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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