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Mamilo invertido, prótese, leite fraco; veja 15 mitos da amamentação

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By Giovanna Balogh on 6 de outubro de 2015 Amamentação, Bebês, Gravidez
Recém-nascido mama no peito ainda no hospital (Foto: Lente Materna Fotografia)
Recém-nascido mama no peito ainda no hospital (Foto: Lente Materna Fotografia)

Diariamente as mulheres são desencorajadas a amamentar. Diante da primeira dificuldade seja de um seio rachado, de um choro mais insistente do bebê ou pelo cansaço por conta das noites em claro logo aparece alguém para aconselhar a mulher a dar leite artificial para o bebê.

“Pare de sofrer e dá logo uma mamadeira para ele”. Essa frase é muito comum ser ouvida pela nova mãe que, insegura, acaba se rendendo ao que a sociedade considera “mais fácil”.

Esterilizar a mamadeira, aquecer a água e misturar com o leite em pó não é nada mais prático do que tirar o peito para fora e oferecer ao bebê quando e onde ele quiser. Já vem na temperatura ideal fora as infinitas vantagens no ponto de vista nutricional que nenhum leite artificial é capaz de chegar perto.

Se você é mãe e pensa que seu leite é fraco, que seu leite secou, que seu bico invertido não vai permitir que você amamente pare e reflita um pouco. Respire e confia. Amamentação é um processo de entrega e que a mãe precisa acreditar que como todo mamífero ela é capaz de dar o melhor alimento ao seu filho. 

Dificuldades podem e devem surgir, principalmente, no primeiro mês de vida do bebê. Para não “cair em tentação” não tenha mamadeiras, chupetas e leites artificiais em casa. Não compre esses itens no seu enxoval.

O importante é não desistir na primeira dificuldade e procurar um banco de leite ou uma consultora de amamentação que realmente vão te apoiar para ter uma amamentação prazerosa e bem sucedida.

O site Mães de Peito fez uma lista com os 15 principais mitos da amamentação. Confira:

MITO 1 – Meu leite é “fraco” ou secou
Nenhum leite é fraco pois a mãe produz o leite com a quantidade de nutrientes ideais para o seu bebê. O leite que uma mãe produz para um filho, por exemplo, nunca será igual ao produzido para os outros filhos. Toda mãe tem leite e, caso tenha baixa produção, ela deve amamentar mais vezes ao dia, ou seja, ser adepta da livre demanda (sempre que o bebê quer) para que consiga produzir mais. Essa mulher precisa de descanso, ingerir muita água e, é claro, apoio e  orientação.

MITO 2 –  Não tenho “bico” para amamentar
Mulheres com bico plano, protuso, invertido ou pseudo-invertido podem amamentar e, de preferência, sem o bico de silicone. O bebê mama a aréola e não o bico. Ao mamar, o bebê ordenha a mama inteira e o bico se forma com o passar do tempo

MITO 3 – Colostro não alimenta
Muitas maternidades introduzem o leite artificial em recém-nascidos pois a mãe tem ‘só colostro’. O colostro é uma vacina completa para a perfeita colonização do intestino sensível do bebê. Ele é rico em proteínas, ou seja, deixa o bebê saciado. A apojadura (descida do leite) deve ocorrer de 48h a 72h após o parto

MITO 4 – Amamentar é automático
Amamentar é um ato fisiológico, ou seja, natural e nada automático. Para a amamentação dar certo, é preciso estimular o contato pele a pele e a amamentação na primeira hora de vida e, é claro, alojamento conjunto nas maternidades. A mãe precisa de orientação e apoio para posicionar corretamente o bebê para que ele faça a pega correta para evitar, por exemplo, as fissuras

MITO 5 – Não pode amamentar com fissuras nos seios
As fissuras são ocasionadas pela pega incorreta da boca do bebê no seio materno. Ao corrigir a pega, a tendência é que as fissuras  melhorem. O próprio leite materno ajuda a cicatrizar as feridas. A mãe deve continuar a amamentação e, caso não consiga dar um dos seios, continue fazendo a ordenha nele para que não ocorra o ingurgitamento da mama. O ideal é continuar amamentando nos dois seios

MITO 6 – Amamentar dói
A amamentação não pode doer. Se dói é porque algo está errado. Ou o bebê não está abocanhando a aréola corretamente, ou o bebê tem o freio lingual curto, ou a posição dele no colo da mãe não está correta. Precisa ser investigado se a dor é porque as mamas estão muito cheias ou se há problemas mais sérios como candidíase mamária ou mastite, por exemplo.

MITO 7 – Próteses mamárias ou mamoplastia impedem amamentação
A maioria das mulheres que fez essas cirurgias estéticas consegue amamentar, principalmente, quem fez a operação recentemente onde são usadas técnicas mais modernas. O risco maior é quando a incisão é feita pela aréola pois pode ocasionar o corte dos ductos mamários. O que acontece é que se a mulher encontra qualquer dificuldade normalmente vai culpar a cirurgia

MITO 8- Meu peito é pequeno ou grande demais
Tamanho do seio não interfere em nada a amamentação

MITO 9 –  O bebê precisa de horários definidos para mamar
Nenhum bebê precisa mamar de 3h em 3h. Estabelecer horários só dificulta a amamentação. Amamentar em livre demanda (sempre que o bebê quer) facilita todo o processo e evita a introdução de bicos artificiais, como as chupetas e mamadeiras

MITO 10 –  Devo dar de mamar 15 minutos em cada seio
Um dos maiores erros é cronometrar as mamadas. O ideal é dar um peito a cada mamada assim o bebê recebe um aporte maior de gordura já que os ductos mais baixos secretam leite mais rico em sais minerais, que é o que hidrata, mata a sede. Já os ductos mais altos secretam o leite mais gorduroso, mais rico em lipídios que faz com que o bebê se sinta saciado e ganhe peso. Leia mais sobre o assunto clicando aqui

MITO 11 –  Mama muito cheia não interfere a amamentação
A mama muito cheia pode sim atrapalhar a amamentação. Quando acontece a apojadura a mulher deve fazer uma ordenha manual para amolecer a aréola para que o bebê possa ter mais facilidade para abocanhar o seio materno

MITO 12 – Bicos artificiais não interferem na amamentação
Utilizar bicos artificias, como mamadeiras e chupetas, comprometem a amamentação, principalmente, se forem introduzidas precocemente. Ao mamar no peito, o bebê faz um movimento diferente com a língua para fazer a sucção para a descida do leite. Na mamadeira o leite sai sozinho e, por ser mais fácil, pode fazer o bebê rejeitar o seio materno

MITO 13 – Dei mamadeira e ele não quer mais só mamar no peito
A mãe que quer continuar amamentando pode buscar uma consultora em aleitamento materno para ensiná-la a usar o relactador que oferece um volume extra de leite ao bebê. A mãe pode optar pela relactação (com o seu próprio leite) ou a translactação (com leite artificial) onde é colocada uma sonda para o bebê sugar o peito e o outro leite também. Desta maneira, ele estimula as mamas e pode aos poucos voltar a mamar exclusivamente no seio materno

MITO 14 –  Quando nascem os dentinhos, é hora de desmamar
Muitas pessoas pensam que o leite materno é importante apenas até a criança completar o sexto mês de vida, quando começa a introdução a alimentar. O correto é que o leite materno seja oferecido como forma complementar a outros alimentos até o bebê ter dois anos ou mais

MITO 15 – Preciso desmamar pois volto a trabalhar
A mãe que volta a trabalhar pode fazer a ordenha do seu leite e deixar para ser ofertado ao seu bebê na sua ausência. A ordenha pode ser feita de forma manual ou com uso de bombas. Veja como voltar ao trabalho e seguir com a amamentação

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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