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Amamentar na cama e dividir quarto é mais seguro para o bebê

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By Giovanna Balogh on 25 de outubro de 2016 Amamentação, Cuidado com os filhos, Sono
Mulheres normalmente adormecem entre as mamadas (Foto: Coletivo Buriti por Bia Takata)
Mulheres normalmente adormecem entre as mamadas (Foto: Coletivo Buriti por Bia Takata)

A privação de sono ao amamentar incontáveis vezes durante a madrugada é algo cansativo para qualquer mãe. A AAP (Academia Americana de Pediatria) divulgou nesta semana novas recomendações para evitar a chamada Síndrome da Morte Súbita Infantil, que é quando a criança morre durante o sono, sem nenhuma razão aparente.

Entre as recomendações está que o bebê deve dormir até um ano no quarto dos pais e, as mães que amamentam, podem alimentar seus bebês na própria cama mesmo se adormecerem entre as mamadas. Segundo a AAP, muitas vão até a poltrona ou sofá para amamentar, mas isso não é seguro. “O sofá é um lugar muito mais perigoso para que a morte súbita aconteça. Queremos ter certeza que os pais saibam disso,” disse Rachel Lua, professora de pediatria e uma das autora da recomendação da AAP.

“Se uma mãe pensa que ela pode adormecer enquanto amamenta ou dá mamadeira ao bebê, nós realmente recomendamos alimentar o bebê na cama, porque a alimentação do bebê em um sofá ou uma poltrona é mais perigoso se ela adormecer”, ressalta  Lori Feldman-Winter, professora de pediatria e co-autora da declaração da AAP.

Essa é a primeira atualização das recomendações da AAP desde 2011 para criar um ambiente de sono mais seguro.

DORMIR NO BERÇO

Apesar da recomendação ser do bebê dormir no mesmo quarto dos pais, a AAP não aconselha dormir na mesma cama.  “Se você cair no sono enquanto amamenta, leve o bebê para o berço assim que acordar”, orienta Lori Feldman-Winter.

Dormir no quarto dos pais reduz em 50% os casos da morte súbita. Nos EUA, ocorrem anualmente cerca de 3.500 mortes relacionadas com o sono, incluindo a chamada morte súbita infantil, asfixia acidental e estrangulamento. No Brasil, não há estatísticas sobre o assunto.

A entidade recomenda que o bebê fique em um berço próximo da cama dos pais, deitado de barriga para cima e sem cobertas. Os pais também devem evitar o uso de protetores de berços, bichos de pelúcia e outros objetos na cama do bebê. “Isso evita asfixia, estrangulamento e aprisionamento que podem ocorrer quando a criança está dormindo na cama de um adulto”, diz o documento. Segundo os estudos considerados pela academia, bebês de até um ano de idade não devem dormir acompanhados, nem mesmo de outras crianças.

Ainda de acordo com a AAP, o bebê deve dormir no quarto dos pais até completar seis meses de vida, mas o ideal é que ele durma no mesmo ambiente até o primeiro ano de vida.

Os bebês correm um risco maior de morte súbita entre o primeiro e o quarto mês de vida, mas novos estudos mostram que os cobertores, travesseiros e outros objetos moles são perigosos inclusive para os bebês maiores.

CONTATO PELE A PELE

O documento da AAP diz ainda que, independente da via de parto (normal ou cesárea), o bebê deve ir direto para os braços da mãe.

O chamado contato pele a pele, diz a AAP, regula a temperatura corporal e os batimentos cardíacos do recém-nascido. Já a amamentação, que deve ocorrer na primeira hora de vida, ajuda a prevenir alergias e também aumenta a proteção contra a morte súbita, de acordo com o estudo.

LEIA MAIS: Saiba quais exames são dispensáveis no bebê logo após o parto

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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