Close Menu
Mães de Peito
Facebook X (Twitter) Instagram
Posts recentes:
  • Usar tela como “chupeta” pode afetar capacidade de a criança regular emoções
  • Congelamento de óvulos: 17 perguntas sobre o procedimento respondidas
  • Mortalidade materna dobra no Brasil e se distancia de meta da ONU
  • Saúde mental e adoção: como apoiar mães na chegada de um novo filho
  • Vítimas de violência obstétrica têm mais dificuldades para amamentar
  • Após sofrer 5 abortos e passar 10 anos tentando engravidar, administradora descobre endometriose
  • Confira as taxas de cesárea das principais maternidades de SP
  • Casas de parto de São Paulo registram 638 nascimentos em 2021
X (Twitter) Facebook Instagram RSS
Mães de Peito
  • Home
    Featured
    Recent
    14 de agosto de 2024

    Usar tela como “chupeta” pode afetar capacidade de a criança regular emoções

    2 de julho de 2024

    Congelamento de óvulos: 17 perguntas sobre o procedimento respondidas

    31 de maio de 2023

    Mortalidade materna dobra no Brasil e se distancia de meta da ONU

  • Gravidez
  • Parto
    • Cesárea
      • Quais são as reais indicações
    • Parto normal
      • Fases do trabalho de parto
      • Doulas
      • Saiba se chegou a hora
    • Plano de parto
    • Pós-parto
  • Violência obstétrica
    • O que é
    • Como denunciar
    • Envie seu relato
  • Amamentação
    • Como fazer a pega correta
    • Quais as posições para amamentar
    • Ordenha e cuidados
    • Doe leite materno
  • Cuidados com os filhos
    • Bebês
      • Banho
      • Sono
      • Doenças
      • Desfralde
    • Alimentação
      • Alergia alimentar
    • Criação com apego
    • Infância
  • Maternidade real
    • Direitos das mulheres
    • História de mãe
    • Empreendedorismo materno
    • Comportamento
    • Minhas viagens
  • Loja
Mães de Peito

Brasil é referência em aleitamento materno apesar de 61% não mamar até o 6º mês

1
By Giovanna Balogh on 2 de março de 2016 Amamentação, Bebês
Crianças devem ser amamentadas até os dois anos ou mais (Foto: Gabi Trevisan)

A maioria dos bebês brasileiros não são amamentados com leite materno exclusivo até o sexto mês de vida, como preconiza o Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial da Saúde).  Levantamento da revista britânica “The Lancet” divulgada nesta quarta-feira (2) mostra que 61% dos bebês recebem leites de fórmula e até alimentos no lugar do leite materno, no entanto, o país é considerado referência mundial em aleitamento materno pois foi o melhor entre os 153 países que participaram do estudo.

O estudo mostra que em 1974 as crianças brasileiras eram amamentadas, em média, por 2,5 meses. Em 2006, esse número subiu para 14 meses. Em 1986, apenas 2% das crianças de até seis meses recebiam exclusivamente leite materno. Em 2006, essa taxa saltou para 39%. Ao contrário do Brasil, a China teve redução de 5%.

De acordo com a publicação, as brasileiras amamentam mais que as britânicas, americanas e chinesas. A  taxa de amamentação exclusiva aos 6 meses é de 19% nos EUA, 1% no Reino Unido 1% e de 28% na China.

O levantamento mostra também que 50% das crianças brasileiras são amamentadas até um ano e que a amamentação segue até os dois anos para 25% delas.

BANCOS DE LEITE SÃO REFERÊNCIA

O reconhecimento do país nesta área ocorre, principalmente, por conta dos bancos de leite humano pois o Brasil conta com 213 das 292 unidades espalhadas em todo o mundo.

Com o grande número de bancos de leite, o país acaba sendo recordista em doações de leite materno. Entre 2008 e 2014, as mulheres brasileiras foram responsáveis por 89% da coleta dos 1,1 milhão de litros de leite doados e beneficiaram 79% de todos os recém-nascidos atendidos nesses espaços.

Vale ressaltar que o aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês de vida do bebê de forma complementar até os dois anos ou mais. O leite materno ajuda a proteger o bebê de  infecções, diarreias e alergias e diminuiu o risco de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade e colesterol. Já a mãe que amamenta perde peso mais rápido e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, o que diminui risco de hemorragia e anemia.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Related Posts

Vítimas de violência obstétrica têm mais dificuldades para amamentar

Perturbação na amamentação; o que é e como identificar?

Publicidade de mamadeira e chupeta é um dos vilões da amamentação

1 comentário

  1. Pingback: Amamentação prolongada: sem pressa e sem pressão | Piccolo Universe

Leave A Reply Cancel Reply

SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
Sobre o site

O site traz informações sobre maternidade ativa, parto respeitoso, amamentação, criação com apego e direitos das mulheres.
Contato: Para parcerias promocionais e de negócios, ou questões pessoais, entre em contato em: maesdepeito@gmail.com

>> Deu na mídia

Instagram
Siga no Instagram!
YOUTUBE

Inscreva-se no canal!

Facebook
Facebook
Mães de Peito © 2016 - Todos os direitos reservados. | Site criado por Capim Produções e Design.
  • Mapa do site
  • Contato
  • Saiba como anunciar

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.