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Febre não deve ser vista como inimiga

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By Giovanna Balogh on 28 de fevereiro de 2016 Bebês, Doenças, Infância
Pais devem medicar filhos com cautela (Foto: Mães de Peito)
Pais devem medicar filhos com cautela (Foto: Mães de Peito)

A temperatura da criança começa a ficar um pouco mais elevada e os pais já ficam de cabelos em pé. Muitas vezes, correm com a criança para o pronto-socorro assim que o termômetro sobe um pouco mais do que o habitual mesmo sem ter outros sintomas aparentes. Mas, precisamos ver que a febre é nossa ‘amiga’, ou seja, é um anúncio de que algo não vai bem com a criança.

A febre nada mais é do que o prenúncio de alguma doença que vai aparecer nos próximos dias. Ela é responsável por elevar a temperatura corporal acima dos 37,5°,  37,8° e normalmente gera preocupação pois aparece de forma súbita e genérica. “Como o sistema imunológico da criança está em desenvolvimento e o centro de controle térmico é imaturo, crianças têm mais episódios de febre do que adultos”, explica a médica Relva Oliveira, autora do O Livro da Maternagem, que trata dessa e outras questões sobre os cuidados com bebês e crianças.
A médica explica que a febre como sintoma único e estado geral preservado deve ser tratada inicialmente em casa pelos seguintes motivos: esperar melhor definição do quadro e observar a criança no conforto de casa, com banhos mornos, compressas de água fria, ingestão de água e uso de antitérmico.
“Ir de imediato ao pronto-socorro faz com que se tenha que esperar pelo atendimento, com a criança já cansada, principalmente à noite, e sem elementos sintomáticos que ajudem no diagnóstico. Isso pode acabar levando a exames complementares de sangue ou radiografias, que poderiam ser evitados se os pais tivessem a paciência de esperar a evolução em casa”, explica.
A médica comenta que um dos problemas hoje em dia é que tudo é “para ontem”, ou seja, os pais não têm paciência de esperar o filho manifestar outros sintomas antes de procurar um médico. “Tudo hoje é imediatista, as pessoas querem uma solução imediata. Há quem exagere nos sintomas para receber mais atenção ou prescrição de medicamentos”, comenta.
Ela diz que não sabe quando aconteceu a banalização do uso de antibiótico, mas que as crianças com menos de três anos deveriam ser poupadas pois as infecções nessa faixa etária são  predominantemente virais. “A febre tornou-se um estranho sinônimo de antibioticoterapia, infelizmente”, lamenta.
Muitos pais temem a convulsão febril e, por isso, medicam logo a criança. Relva comenta que esses episódios são raros e que não deixam sequelas. Normalmente, explica a médica, a convulsão febril ocorre apenas quando a temperatura corporal se eleva muito e rapidamente.
Relva explica que a criança não deve ser medicada com antitérmico se a temperatura estiver abaixo de 37,5° pois a febre, dentro de certos limites, pode ser benéfica e mobilizar células de defesa contra infecções. “Existe um sentimento de que toda febre é grave, principalmente, porque a criança fica desanimada e inapetente. Mas, de modo geral, em cerca de 70% ou mais, a febre se resolve bem, sem necessitar internação, injeções”, comenta.
A pediatra diz que existe uma tendência de achar que um leve aumento da temperatura corporal é febre. “Algumas causas de aumento da temperatura corporal são excesso de roupas nos bebês, insolação, desidratação, processos virais (resfriado, gripe, roséola, varicela) ou infecções bacterianas (amidalite estreptocócica, pneumonia, etc)”, comenta.
Ela comenta que até os três anos, a maioria das febres se deve a viroses do tipo faringite, conjuntivite, diarreia ou roséola, uma doença própria dessa faixa etária, que dá febre alta por três a cinco dias, quando surge uma erupção rosada na pele e aí a febre desaparece por encanto. “A idade em que essa virose mais se manifesta é pelo oitavo, nono meses, o que leva a ser interpretada como ‘febre dos dentes’.”

maternidade ativa
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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