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Mãe que volta ao trabalho precisa de apoio para seguir amamentando

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By Giovanna Balogh on 16 de fevereiro de 2016 Amamentação, Direitos das mulheres
Mãe amamenta seu bebê (Foto: José Neto Fotografia Criativa)
Mãe amamenta seu bebê (Foto: José Neto Fotografia Criativa)

Voltar a trabalhar e seguir com o aleitamento materno é uma tarefa árdua e, infelizmente, para poucas mulheres. A maioria acaba introduzindo leite de fórmula precocemente pois não tem apoio para seguir fazendo a ordenha para o seu leite ser oferecido ao bebê na sua ausência.

O apoio precisa vir desde o companheiro e do pediatra que precisa orientar essa mãe sobre como tirar o leite, a quantidade necessária para o bebê, como armazená-lo, etc. Mas não para por aí.

O chefe e os colegas de trabalho também precisam entender que aquela mulher tem um bebê pequeno em casa e que precisa tirar intervalos para retirar o leite. Afinal, ninguém olha torto para o colega que vive saindo da mesa para fumar. Mas, a mulher que tira intervalos para fazer a ordenha acaba sendo mal vista.

Tirar o leite durante o expediente é importante não apenas para ela garantir o estoque do filho que está na creche, mas para evitar também que ela tenha mastite (inflamação que ocorre quando a mama está muito cheia). A doença deixa a mulher com febre, dor no corpo, mal estar e o seio vermelho e muitas vezes o tratamento só ocorre com o uso de antibióticos.

LEIA MAIS: como fazer a ordenha, armazenar e esquentar o leite materno para o bebê

Para tirar o leite, a mulher precisa estar tranquila pois em situações de estresse ela não conseguirá tirar uma grande quantidade. É natural também que no começo ela não consiga tirar muito e, por isso, é preciso começar um estoque dias antes de voltar ao trabalho.

Sim, a curta licença maternidade que para a maioria é de apenas quatro meses dificulta e atrapalha a mulher a manter o leite materno exclusivamente até o sexto mês de vida. É difícil, mas com apoio e informação não é impossível.

A IMPORTÂNCIA DAS SALAS DE AMAMENTAÇÃO

As empresas precisam se conscientizar da importância das salas de amamentação para a sua funcionária tirar o leite.

Apesar de ser um espaço simples, com uma poltrona, tomada, pia e geladeira para armazenar o leite, há poucas empresas que oferecem esse benefício para as suas funcionárias. No Brasil, são cerca de cem grandes empresas que oferecem salas de apoio às mães que amamentam.

De acordo com consultores de amamentação, após o bebê completar seis meses, a mulher precisará de menos intervalos para fazer a ordenha. Quando a criança completar um ano, será possível parar de tirar leite no trabalho e manter o leite materno  somente quando a mãe estiver com o bebê.

DIREITOS TRABALHISTAS

As mães trabalhadoras precisam conhecer seus direitos sobre a lactação. As leis trabalhistas permitem que a  mãe que amamenta tire  dois intervalos de 30 minutos cada, durante sua jornada de trabalho, para fazer a ordenha ou alimentar o filho na escolinha se essa for próxima ou no local de trabalho da mãe.

Esses intervalos podem ser tirados até a criança completar seis meses de vida. Após esse período, vale conversar com a chefia para tentar uma negociação caso a mulher continue fazendo a ordenha. Esses intervalos não podem ser descontados da remuneração nem do horário de almoço.

No caso das mães que não têm como amamentar em uma creche próxima ou preferem não fazer a ordenha no local de trabalho, é possível antecipar em uma hora a saída do trabalho.

A mulher também pode solicitar duas semanas para prolongar a licença caso ainda esteja amamentando. O pediatra é o profissional responsável em fornecer esse atestado que deve ser entregue com antecedência para a empresa.

LEIA MAIS: como servir o leite materno ao bebê

maternidade ativa
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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