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Sem sala de ordenha, hospital impede bebê de receber leite materno

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By Giovanna Balogh on 23 de maio de 2016 Amamentação, Doenças
Grupo de mães faz mamaço na porta do hospital (Foto: divulgação)
Grupo de mães faz mamaço na porta do hospital (Foto: Casa da Borboleta/Divulgação)

Um bebê de dois meses que está internado desde o dia 14 de maio no Hospital Santa Catarina, localizado avenida Paulista (região central de SP), está sendo alimentado com leite artificial contra a vontade de seus pais.

O menino, que desde o nascimento é alimentado exclusivamente no peito, teve que ser entubado e recebe alimentação por meio de uma sonda. A mãe do paciente, a empreendedora Joana Ciampolini, diz que queria, pelo menos, que o leite dado ao seu bebê fosse o seu. Ela disse que os médicos alegaram “risco de contaminação” para o seu leite não ser oferecido. “Pedi até que buscassem em um banco de leite, para ter o leite pasteurizado e sem contaminação, mas também foi negado”, relata.

“Sei que o meu leite ajudaria ele a se recuperar mais rápido. Pedi desde o momento que ele foi internado na UTI [Unidade de Terapia Intensiva] para me deixarem tirar o meu leite para ser servido para ele, mas não deixaram”, lamenta Joana, que tem feito as ordenhas para aliviar o seios cheios e descartado o seu leite. 

Após questionar a equipe médica diversas vezes, Joana disse que vários médicos admitiram que o leite materno poderia ser administrado, mas que desde o fechamento da maternidade do hospital, ocorrido em outubro de 2014, não há mais um lactário ou sala de ordenha na unidade de saúde. Na época, o hospital encerrou a maternidade alegando que a ideia era ampliar a atuação em cirurgia de alta complexidade.

Joana diz que desde o momento que entrou no pronto-socorro e o menino passou pela triagem foi orientada a não amamentar mais. O bebê foi internado com bronquiolite e o quadro se agravou por conta de um vírus respiratório agressivo ter afetado o sistema imunológico dele. Depois, o bebê teve uma infecção secundária que complicou ainda mais a situação. Ainda não há previsão de alta do paciente, que segue na UTI.

Bebê recebe agora leite artificial (Foto: arquivo pessoal)
Bebê recebe agora leite artificial (Foto: arquivo pessoal)

“Ainda no PS falaram que havia risco de bronco aspiração se mamasse no meu peito. Concordei e, então, questionei se podia começar a fazer a ordenha para ele ser alimentado com o meu leite quando fosse a hora dele se alimentar, mas não autorizaram”, conta Joana que, no dia 15, foi orientada por um pediatra a assinar uma autorização para o leite artificial ser administrado. “Não queria dar, mas ele questionou se eu ia deixar meu filho morrer de fome. Assinei contra a minha vontade pois é uma briga desleal. Meu leite daria mais imunidade a ele”, diz.

Joana diz que sua preocupação não é apenas seu filho, mas por todos os bebês e crianças internados ou que ainda serão hospitalizados no Santa Catarina. “Não é possível que eles não podem receber o leite materno só por falta de um lactário”, reclama. Um grupo de mães, organizados pela Casa da Borboleta, realizou neste domingo (21) um mamaço em frente ao hospital. 

OUTRO LADO

Procurada, a assessoria de imprensa do Santa Catarina disse que prima pelo atendimento humanizado, pela segurança de seus procedimentos e de seus pacientes e que não descumpre qualquer norma vigente.

Em nota, a unidade de saúde disse ainda que o tratamento oferecido é seguro e “pautado na segurança do paciente” e que presta todo o suporte para os familiares do paciente. No início da tarde desta segunda-feira (23), o hospital decidiu que em seis meses oferecerá uma sala de ordenha. Leia mais aqui.

 

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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