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Shantala acalma e fortalece vínculo entre pais e bebê

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By Giovanna Balogh on 20 de julho de 2015 Bebês
Mãe faz shantala em seu bebê; massagem acalma e melhora cólicas (Foto: Bia Fotografia)
Mãe faz shantala em seu bebê; massagem acalma e melhora cólicas (Foto: Bia Fotografia)

A shantala, uma massagem da técnica ayurvédica, permite fortalecer ainda mais o vínculo entre os pais e o bebê. Para dar certo e ser proveitoso para ambos, é preciso seguir uma dica importante: estar entregue aquele momento.

“É fundamental que seja uma hora em que o adulto, seja a mãe, o pai, ou outro cuidador, esteja tranquilo. Não dá para estar preocupado com outras coisas pois precisa estar presente para o bebê, para o olhar, para o toque e para a troca. Assim, a shantala trabalha o fortalecimento do vínculo e passa segurança ao bebê”, explica a psicóloga e professora de shantala Olívia Bara.

Além de aliviar as cólicas, a shantala ajuda na digestão, a regular o sono, promove o relaxamento, melhora a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos, entre outros benefícios. “A sua prática também auxilia na segurança e na adaptação do bebê para a vida fora do útero. Possibilita melhores condições do bebê em se relacionar e se abrir para o mundo”, diz. A shantala pode ser feita após o bebê completar um mês de vida e seguir até quando estiver confortável com a massagem.

“Normalmente o adulto sente com a criança quando é hora de parar. Percebo que alguns bebês quando começam a engatinhar e andar aguentam menos tempo de massagem pois querem explorar o mundo”, comenta.

A professora orienta fazer diariamente a shantala para ter melhores resultados. Cada sessão dura, em média, 15 a 30 minutos. Ela orienta os seus alunos a escolher um momento do dia para a massagem que seja prazeroso e tranquilo para o adulto e o bebê. Olívia comenta que não há regras, ou seja, não precisa fazer sempre no mesmo horário já que existem momentos de maior ou menor disposição do bebê.

Ela diz que é importante, no entanto, não fazer a massagem logo após o bebê mamar. “O ideal é esperar no mínimo 30 minutos depois da mamada. Se a criança já estiver comendo, esperar uma hora depois da refeição para começar”, orienta. Olívia diz que também não dá certo fazer a shantala com o bebê com fome. “Nesse momento ele vai querer se alimentar e não receber massagem”, aconselha.

Ela diz que o ideal é a sequência da massagem terminar num banho relaxante. “É bacana tentar fazer esse banho no final, pois a água termina o trabalho e traz um relaxamento diferente”.

TODOS GOSTAM DE SHANTALA?

Olívia afirma que o toque para o bebê é algo muito intenso porque eles ainda estão em adaptação fora do útero materno. “A massagem é uma prática intensa para eles pois não nascem ‘prontos’ e acostumados com ela como muitas pessoas acham e esperam”.

A professora diz que alguns bebês na primeira vez já ficam calmos, relaxados e os pais conseguem introduzir a shantala na sua rotina. Há outros bebês, no entanto, que choram demonstrando um certo desconforto fazendo com que os pais desistam da massagem.

“É importante lembrar que se acostumar com o toque pode ser um processo que a dupla adulto-bebê vai realizando junto, aos poucos, descobrindo quais as melhores horas e locais, fazendo um pouquinho de cada vez, sentindo o que é bom para cada um e achando essa tranquilidade com o tempo”, orienta. A professora ressalta que precisa ser um momento de prazer para ambos. “É preciso ter a sensibilidade para perceber se está sendo uma boa experiência para os pequenos ou não, e nunca forçar ou ´fazer a massagem a qualquer custo, porque eu li que era bom´”, diz.

Ela acredita, no entanto, que todos os bebês podem sem beneficiar com a shantala e que os pais, com sua percepção e amor, podem introduzir essa técnica na rotina do seu modo.

COMO APRENDER A TÉCNICA

As técnicas podem ser aprendidas no livro “Shantala” do obstetra francês Frédérick Leboyer. Ele aprendeu a massagem com uma mãe chamada Shantala, na Índia e difundiu a técnica pelo mundo. A professora comenta que a sequência da massagem é simples.

Outra opção é fazer os cursos e oficinas que ensinam a prática. A vantagem dessas aulas é que é possível se aprofundar mais sobre o assunto, inclusive sobre a história e a filosofia da shantala, que é uma técnica da medicina tradicional indiana.

Além de aprender a sequência dos movimentos, é possível tirar dúvidas que possam surgir com a prática, conhecer os melhores óleos para serem usados no bebê, entre outras informações.

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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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