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Quais dificuldades para amamentar podem surgir com silicone ou mamoplastia

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By Giovanna Balogh on 21 de julho de 2016 Amamentação
Mãe com silicone pode amamentar normalmente (Foto: Mâes de Peito)
Mãe com silicone pode amamentar normalmente (Foto: Mâes de Peito)

Muitas mulheres colocam próteses de silicone ou fazem a cirurgia de  redução das mamas (mamoplastia) antes de se tornarem mães. A dúvida de muitas gestantes é se essas cirurgias podem ou não afetar a amamentação.

A psicóloga perinatal e consultora em amamentação Bianca Balassiano diz que qualquer intervenção na mama pode atrapalhar o volume de produção de leite, no entanto, isso não quer dizer que a mulher não possa amamentar. “A redução de mama está mais associada à diminuição de produção de leite do que a prótese pois mexe nos ductos e retira tecido glandular”, explica.

No caso das próteses de silicone, os problemas são menores pois durante a cirurgia não é mexido no tecido glandular. “Dependendo da localização do implante, pode atrapalhar mais ou menos, ou seja, se foi colocado atrás do músculo, atrapalha menos pois faz menos pressão sob o tecido glandular e a mama”, comenta.

A especialista em amamentação, que é certificada pelo IBLCE (International Board Lactation Consultant Examiners), diz que o tipo de incisão que a cirurgia foi feita também faz toda a diferença. “A incisão feita pela axila ou na área debaixo da mama tem um resultado melhor que a feita pela aréola ou pelo umbigo. Pela aréola pode danificar ductos, nervos enquanto pelo umbigo o cirurgião tem menos precisão e pode danificar mais o tecido glandular”, explica.

LEIA MAIS: Quais são os principais mitos quando o assunto é amamentação

Bianca ressalta que não é porque a mulher fez uma cirurgia na mama que ela não poderá amamentar. A psicóloga orienta as mulheres a conversar com uma consultora de amamentação ou procurar um banco de leite para ter mais informações sobre as dificuldades que possam surgir. “Ninguém sabe como será a história de amamentação dela mesmo com a redução da mama, com silicone dá para amamentar. Há muitas questões psicológicas e emocionais envolvidas com essa mulher que muitas vezes é mal assistida e tem sua confiança minada”, diz.

Bianca explica que a mulher com silicone, por exemplo, pode ter mais dificuldades na apojadura (quando ocorre a descida do leite). “Quando o leite desce já há um edema característico do pós-parto e a prótese faz muita pressão no tecido glandular podendo fazer com que o edema fique ainda pior que o normal. A mama fica muito dura o que dificulta a pega do bebê. Normalmente isso e o ingurgitamento mais frequente são as principais dificuldades”, diz.

Bianca diz que procura desconstruir os mitos de que elas vão ter problemas ao amamentar. “Não  quer dizer que vai ser tudo lindo, mas é importante explicar o que ela pode esperar, quais os problemas mais comuns e também desmistificar que a amamentação exclusiva é o único meio. Se não consegue, o aleitamento misto pode ser muito bom e ela usufruir da  amamentação como forma de comunicação com o seu bebê”, diz

A especialista conta que já teve pacientes que não conseguiram amamentar o primeiro filho ou fizeram amamentação mista e no segundo amamentaram exclusivamente. “Muitas vezes na segunda gestação os ductos podem regenerar pois eles têm uma capacidade regenerativa grande”, diz.

LEIA MAIS: Gestante precisa ter informação para ter sucesso na amamentação

ma-amamentação maternidade ativa
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2 Comentários

  1. Elaine on 28 de julho de 2017 10:45 PM

    Amei o artigo. Leitura de linguagem fácil e bem explicativa.

    Reply
  2. Adriana on 13 de novembro de 2017 7:53 AM

    Adorei Giovanna.
    Estou passando por isso. Fiz mamoplastia e ao amamentar, minha bebê perdeu600g desde q nasceu até descobrirmos isso. Estamos no aleitamento misto e buscando formas de aumentar a produção para q ela não largue o peito.
    obrigada por compartilhar

    Reply
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SOBRE A AUTORA
Giovanna Balogh Autora do livro infantil "O Mamá é da Mamãe", que fala sobre o desmame gentil, a jornalista Giovanna Balogh, 41, passou a fazer reportagens sobre parto, aleitamento materno e direitos das mulheres após a maternidade. Ela é mãe de Bento, Vicente e Teresa. Formada em 2002 pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), trabalhou de novembro de 2005 a abril de 2015 na Folha de S. Paulo onde ocupou diferentes funções. Também foi repórter por três anos do extinto Jornal da Tarde. Após a maternidade, passou a focar sua carreira em saúde materno-infantil. Para entender e escrever melhor nesta área, fez formação como doula, instrutora GentleBirth e consultora em aleitamento materno. Atualmente é responsável pela Agência Mexerica e é pós-graduada em Marketing de Influência na PUC-RS.
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